terça-feira, 31 de março de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
Aprender com Celorico da Beira
Considero-me um Gouveense de 'gema', que defende Gouveia sempre e que quer, acima de tudo, que o seu Concelho evolua, com o pensamento de sermos mais e melhores. Este é o motivo que faz que eu escreva sobre e por Gouveia.Hoje, através da imprensa escrita nacional, li uma noticia que envolvia o Municipio de Celorico da Beira.
Nessa Noticia, vinha a informação que Celorico da Beira iria promover, pelo 2º ano consecutivo, uma amostra/venda de produtos regionais (queijo da serra, vinho, requeijão, doce de abóbora, enchidos) em plena Rua Augusta, na Cidade de Lisboa.

O ano passado foi um sucesso, o que levou a CM de Celorico a ir novamente a Lisboa.
De referir que todos os produtos que lá estarão à venda, são provenientes do Concelho de Celorico.
É uma iniciativa louvável e que terá o agradecimento de todos os produtores do seu Concelho, dado que conseguem dar vazão a tudo que produzem. Por outro lado, levam o nome de Celorico até muito longe, através daquilo que têm de melhor.
Com a iniciativa deste Concelho vizinho, fico com algumas duvidas sobre o alcance do método de promoção adoptado pela Câmara de Gouveia.
Enquanto uns dão um 'passo em frente', outros ficam parados a ver o desfile!
Neste caso, podemos aprender com Celorico da Beira.
O Fim dos comentários
Falta pouco mais de uma semana para que o blogue 'Ribeira "Ajax" de Gouveia' cumpra 2 meses de existência.
Cabe-me a mim, enquanto administrador deste blogue, fazer um balanço de tudo que aqui se foi escrevendo e comentando.
Já aqui tive oportunidade de falar sobre diversos temas, uns mais bem recebidos que outros, mas ainda assim, o confronto de opiniões foi, quase sempre, feito com elevação.
Já aqui tivemos boas discussões, que porventura, ajudaram a perceber melhor certos assuntos. É assim, com o meu contributo, que pretendo continuar a avançar no tempo, sempre com a liberdade de expressão presente.
Neste seguimento, cabe-me informar os leitores do 'Ribeira' que, a partir de hoje, os comentários (moderados por mim) acabaram, o que significa que eles serão publicados automáticamente. Ao longo deste tempo todo, apenas censurei 3 comentários.
Penso que moderar os comentários já não faz sentido.
Mas, irei efectuar a minha 'censura', sempre que assim se justificar.
____________
PS - Desculpem a preocupação que o titulo deste post causou. lol
sábado, 28 de março de 2009
Falando de desertificação

A esmagadora maioria das áreas protegidas Portuguesas foram criadas nos anos 70 e 80 do Século XX, sob o signo do fundamentalismo ambiental.
Tudo era proibido fazer nesses territórios.
O homem era visto como um predador indesejado.
Para cortar mato para a cama dos gados, ou um simples pinheiro para lenha, eram precisos pedidos de autorizaçãoe requerimentos, numa burocracia sem sentido.
De nova esperança para o desenvolvimento sustentado do meio rural, os Parques Naturais passaram a ser vistos pelas populações como obstáculos indesejados e estruturas repressivas.
Com os anos, a desertificação do interior acentuou-se, os terrenos agricolas ficaram ao abandono, os rebanhos quase se extinguiram.
Vastas áreas cobriram-se de silvados e mato, que verões mais severos e secos transformam em autênticos barris de polvora.
Os incêndios florestais passaram a ser a imagem de marca do despovoado interior Português, acabando por "limpar" tudo no seu caminho.
Os tais fundamentalismos de uma natureza livre do Homem que durante séculos manteve um equilibrio saudável no mundo rural podem limpar as mãos à parede com as suas teorias pseudo-cientificas.
O fogo, em 20 anos, acabou por destruir mais eco-sistemas que variar gerações de agricultores e pastores ao longo de gerações.
E o mais preocupante, é que o fenomeno dos incêndios florestais já nem o calendário respeita, trocando a volta aos equinócios.
Ainda agora foram mais umas centenas de hectares de floresta que arderam no Parque Natural da Peneda-Gerês. E estamos em Março!
Já se sabia que a sobrepopulação põe em risco a sustentabilidade ambiental em várias regiões do globo.
Mas, à sua escala, a desertificação humana do interior de Portugal acarreta outros perigos que não podemos subestimar.
Tudo era proibido fazer nesses territórios.
O homem era visto como um predador indesejado.
Para cortar mato para a cama dos gados, ou um simples pinheiro para lenha, eram precisos pedidos de autorizaçãoe requerimentos, numa burocracia sem sentido.
De nova esperança para o desenvolvimento sustentado do meio rural, os Parques Naturais passaram a ser vistos pelas populações como obstáculos indesejados e estruturas repressivas.
Com os anos, a desertificação do interior acentuou-se, os terrenos agricolas ficaram ao abandono, os rebanhos quase se extinguiram.
Vastas áreas cobriram-se de silvados e mato, que verões mais severos e secos transformam em autênticos barris de polvora.
Os incêndios florestais passaram a ser a imagem de marca do despovoado interior Português, acabando por "limpar" tudo no seu caminho.
Os tais fundamentalismos de uma natureza livre do Homem que durante séculos manteve um equilibrio saudável no mundo rural podem limpar as mãos à parede com as suas teorias pseudo-cientificas.
O fogo, em 20 anos, acabou por destruir mais eco-sistemas que variar gerações de agricultores e pastores ao longo de gerações.
E o mais preocupante, é que o fenomeno dos incêndios florestais já nem o calendário respeita, trocando a volta aos equinócios.
Ainda agora foram mais umas centenas de hectares de floresta que arderam no Parque Natural da Peneda-Gerês. E estamos em Março!
Já se sabia que a sobrepopulação põe em risco a sustentabilidade ambiental em várias regiões do globo.
Mas, à sua escala, a desertificação humana do interior de Portugal acarreta outros perigos que não podemos subestimar.
sexta-feira, 27 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
Que futuro?

A par do que já escrevi no post 'Energias renováveis', é também importante saber como lidar com os problemas ambientais, hoje.
Aqui a falta de informação é notória (contra mim falo), mas nas medidas do possível, vou alargando os meus conhecimentos, os quais vou aqui partilhar.
Os pequenos pormenores podem e fazem mesmo a diferença.
Todos os dias, através de pequenos gestos, conseguimos reduzir a factura de electricidade e ao mesmo tempo, dimuir a emissão de gases com efeito de estufa.
Não deixar o carregador do telemovel ligado à corrente, não deixar a televisão em stand-by, ter o cuidado de desligar as luzes sempre que estas não sejam necessárias, o mesmo cuidado devemos ter em relação a electrodomésticos que não estão a ser necessários. Bem, aqui está um pequeno número de exemplos, com os quais podemos garantir um futuro melhor às gerações futuras.
Outro dos pormenores, a que poucas pessoas dão importância, encontra-se no momento da compra de um qualquer equipamento electrónico. Hoje, já podemos ver nas caracteristicas desses equipamentos, os seus consumos e até a nota com que foram avaliados, tendo em vista um melhor ambiente.
A utilização de lâmpadas de baixo consumo, permite poupar e muito. Mesmo sabendo que a sua aquisição querer mais dinheiro, o saldo final é positivo.
O mesmo acontece com os carros. Hoje em dia, já existem programas que incentivam a compra de carros menos poluentes, sendo que o crescimento do mercado onde se inserem os carros híbridos, ainda se encontra numa fase inicial.
A reciclagem caseira também é muito importante. Aqui, basta prevalecer o bom senso. Separar o papel do plástico e do vidro, deveria ser algo banal e que já se encontrasse enraízado nos nossos hábitos do quotidiano. Mas não, saõ poucas as pessoas que o fazem.
Não me vou alongar muito mais, até para dar espaço aos comentários que por aqui irão aparecer.
Seguramente que me faltou dizer alguma coisa, mas um espaço destes, o diálogo é importante. Este é um assunto importante, mas do qual estamos todos de acordo: é preciso fazer mais!
Neste sentido, fica a pergunta: Que futuro podemos nós esperar, senão fizermos nada agora?
Padre recusa baptizar "Lucílios"
Sou um habitual visitante dos jornais via internet. Tento sempre me manter actualizado e qual o meu espanto hoje, ao abrir a página do Jornal Record. O titulo deste post foi retirado da edição online do mesmo. É no minimo engraçada esta situação, causando mesmo alguma perplexidade, a qual eu quero partilhar com vocês.
Vou aqui transcrever parte dessa noticia.
"A polémica em torno da arbitragem da final da Taça da Liga entre Sporting e Benfica chegou à Igreja quando um pároco em Lisboa, fervoroso sportinguista, anunciou que não irá baptizar meninos com nome Lucílio."
"Aproveito para vos anunciar que, enquanto for responsável por esta paróquia, não faço intenções de baptizar nenhum menino chamado Lucílio. Queiram dispor para tais propósitos dos serviços de uma paróquia vizinha", anunciou domingo o padre João José Marques Eleutério antes do tradicional "Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe".
Sportinguista de alma e coração, o Padre, depois de questionado sobre estas declarações disse: "Foi mesmo uma brincadeira, mas a verdade é que o Sporting está constantemente a ser prejudicado pela arbitragem".
"Custa muito perder da maneira que perdemos no sábado, frente ao Benfica. Vai ficar sempre a suspeita de que o árbitro não foi correcto", frisou o sacerdote.
Palavras para quê?
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